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23/02/12

ENFERMEIRO NA UTI OU CTI




Por  Fabricio Oliveira Leão*


ENFERMEIRO NA UTI OU CTI.




Falar de enfermagem na UTI é de extrema complexidade, pois depende de conhecimento de drogas e suas ações e reações e seu aprazamento nos diz a sua interação com outras drogas, as principais via de acesso em uso periférico ou via central o uso de intracath ou duplo ou triplo lúmen.

Posicionamento do paciente no leito, pois temos que preconizar redução de lesões da pele que são denominadas UPP ulceras por pressão e que varia seu estagio I,II,III,IV.Saber avaliar este estágio cabe ao enfermeiro ou a comissão de feridas do hospital, pois e uma lesão que possivelmente foi adquirida no ambiente hospitalar então cabe ressaltar a necessidade de mudança de decúbito com freqüência o uso de colchão piramidal e o uso do (AGE acido graxo essencial) para a proteção das proeminências ósseas.

Conhecimento dos equipamentos como Ventilador mecânico e conhecer seus ciclos, modo ventilatório e seus parâmetros, aspiração se secreção com técnica asséptica.

Bomba de infusão permite a infusão continua de soluções com medicamentos de modo continuo e com segurança de infusão de volume correto por hora.

Monitor e seus módulos conseguem monitorar traçados cardíacos pressão arterial, freqüência respiratória, saturação e temperatura corporal podem ser anexados módulos de capnógrafo que é um aparelho que monitora o dioxído de carbono.

Carrinho de emergência que nos da suporte em uma PRC e de fundamental importância estes carrinho ser checado diariamente quanto aos medicamento e suas respectivas datas de vencimentos, seus equipamentos como desfibrilador cardíaco quanto a carga manter sempre a tomada e imprimir seu resumo diário, laringoscópio manter sempre com as lâmpadas em funcionamentos e o conjunto de lamina juntas de forma que a necessidades depende a anatomia de cada pessoas,equipamento necessário a uma intubação endotraqueal com varias numeração de cânula e fio guia esterilizado para evitar a PAM pneumonia associada a ventilação mecânica.

Humanização é fundamental, tocar o paciente ouvir o paciente atender o paciente no seu todo, lembre se o fundamental para o enfermeiro é ter empatia pelo outro.

Fabricio Oliveira Leão*

Enfermeiro da UTI do CHS (conjunto hospitalar de sorocaba)








28/06/11

CALENDÁRIO DE VACINAS 2011 MINISTÉRIO DA SAÚDE SP

Calendário de vacinação para crianças até seis anos de idade - 2011
Ao nascer - BCG + HEPATITE B
2 meses - POLIOMIELITE (ORAL) + HEPATITE B + DTP-Hib + ROTAVÍRUS
3 meses - PNEUMOCÓCICA 10 valente + MENINGOCÓCICA C
4 meses - POLIOMIELITE (ORAL) + DTP-Hib + ROTAVIRUS
5 meses - PNEUMOCÓCICA 10 valente + MENINGOCÓCICA C
6 meses - POLIOMIELITE (ORAL) + DTP-Hib + HEPATITE B
7 meses - PNEUMOCÓCICA 10 valente
9 meses - FEBRE AMARELA1
12 meses - SARAMPO-CAXUMBA-RUBÉOLA + MENINGOCÓCICA C
15 meses - POLIOMIELITE (ORAL) + DTP + PNEUMOCÓCICA 10 valente
4 a 6 anos - POLIOMIELITE (ORAL) + DTP + SARAMPO-CAXUMBA-RUBÉOLA

1. Para pessoas que residem ou viajam para regiões onde houver indicação, de acordo com a situação epidemiológica. Reforço a cada dez anos.

BCG: vacina contra a tuberculose
POLIOMIELITE: vacina poliomielite 1, 2 e 3 (atenuada)
HEPATITE B: vacina hepatite B (recombinante)
DTP- Hib: vacina adsorvida difteria, tétano, pertussis, e Haemophilus influenzae b (conjugada)
ROTAVIRUS: vacina rotavirus humano G1P1[8] (atenuada)
PNEUMOCÓCICA 10-valente: vacina pneumocócica 10-valente (conjugada)
MENINGOCÓCICA C: vacina meningocócica C (conjugada)
FEBRE AMARELA: vacina febre amarela (atenuada)
SARAMPO-CAXUMBA-RUBÉOLA: vacina sarampo, caxumba, rubéola
DTP: vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis
dT: vacina adsorvida difteria e tétano adulto

Calendário de vacinação para crianças (maiores de sete anos) e adolescentes - 2011

PRIMEIRA VISITA - BCG2 DOSE ÚNICA, HEPATITE B (PRIMEIRA DOSE), dT (PRIMEIRA DOSE), POLIOMIELITE ORAL (PRIMEIRA DOSE), SARAMPO-CAXUMBA-RUBÉOLA (PRIMEIRA DOSE)
DOIS MESES APÓS A PRIMEIRA VISITA - HEPATITE B (SEGUNDA DOSE), dT (SEGUNDA DOSE), POLIOMIELITE ORAL (SEGUNDA DOSE), SARAMPO-CAXUMBA-RUBÉOLA (SEGUNDA DOSE), FEBRE AMARELA¹ (DOSE INICIAL)
QUATRO MESES APÓS A PRIMEIRA VISITA - HEPATITE B (TERCEIRA DOSE), Dt (TERCEIRA DOSE), POLIOMIELITE ORAL (TERCEIRA DOSE)
A CADA DEZ ANOS - dT (REFORÇO), FEBRE AMARELA¹ (REFORÇO)

* AMARELA¹- Para pessoas que residem ou viajam para regiões onde houver indicação, de acordo com a situação epidemiológica.

Calendário de Vacinação para Adultos entre 20 e 59 anos - 2011

PRIMEIRA VISITA - dT (PRIMEIRA DOSE), SARAMPO -CAXUMBA-RUBÉOLA (DOSE ÚNICA), FEBRE AMARELA¹ (DOSE INICIAL), HEPATITE B² (PRIMEIRA DOSE)
DOIS MESES APÓS A PRIMEIRA VISITA - Dt (SEGUNDA DOSE), HEPATITE B² (SEGUNDA DOSE)
SEIS MESES APÓS A PRIMEIRA VISITA - Dt (TERCEIRA DOSE), HEPATITE B² (TERCEIRA DOSE)
A CADA DEZ ANOS - dT (REFORÇO), FEBRE AMARELA¹ (REFORÇO)

1 - Para pessoas que residem ou viajam para regiões onde houver indicação, de acordo com a situação epidemiológica.
2 - Disponível na rede pública para pessoas até 24 anos de idade a partir de 2011.

Calendário de Vacinação para Adultos com 60 anos ou mais de idade - 2011

PRIMEIRA VISITA - dT (PRIMEIRA DOSE), FEBRE AMARELA¹ (DOSE INICIAL)
DOIS MESES APÓS A PRIMEIRA VISITA - Dt (SEGUNDA DOSE)
QUATRO MESES APÓS A PRIMEIRA VISITA - Dt (TERCEIRA DOSE)
ANUALMENTE - INFLUENZA²
A CADA DEZ ANOS - dT (REFORÇO), FEBRE AMARELA¹ (REFORÇO)

1 - Para pessoas que residem ou viajam para regiões onde houver indicação, de acordo com a situação epidemiológica e avaliação do benefício da vacina.
2 - Disponível na rede pública durante períodos de campanha
fonte: MS
Filiforme - diz-se de um pulso de baixa amplitude. Dicrótico - pulso duplo em cada batida arterial, facilmente perceptível em certos estados mórbidos com tensão arterial baixa. Bradisfígmico - lentidão anormal do pulso, com ou sem bradicardia. Rítmico - pulso com intervalos iguais. Taquisfígmico - pulso acelerado

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